Como a U.S. News decide quais universidades dos EUA são as melhores?

Com uma fórmula de pesos que ela mesma revisa todo ano. Nas universidades nacionais, 52% da nota vem do desempenho dos alunos depois do ingresso, 20% da avaliação feita por dirigentes de instituições concorrentes, e a taxa de aprovação não conta nada.

Negócios e economia · 2026-10-10

Por que o MIT ficou em primeiro lugar este ano?

Em 22 de setembro de 2026, a revista americana U.S. News & World Report publicou seu ranking de faculdades e universidades, o Best Colleges 2027. Na categoria principal, a das universidades nacionais, Princeton ficou fora do primeiro lugar pela primeira vez desde a edição de 2012. O primeiro lugar foi para o MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Princeton ficou em segundo e Harvard em terceiro.

Uma coisa claramente mudou : a fórmula. A U.S. News eliminou um critério que media quanto os formados deviam em empréstimos estudantis federais. No lugar dele entrou um novo : quanto os formados ganham quatro anos depois de concluir o curso, em comparação com outras pessoas que estudaram a mesma área. Os dados vêm do College Scorecard, a base de dados do Departamento de Educação dos Estados Unidos. O novo critério vale 5% da nota de cada instituição.

Princeton cobre há muito tempo as necessidades financeiras dos alunos com bolsas, e não com empréstimos, por isso era difícil superá-la no quesito dívida. Eric Brooks, diretor de análise de dados educacionais da U.S. News, disse à revista dos ex-alunos de Princeton que os dados de base da universidade "no saldo, ficaram mais ou menos iguais". Ele disse também que a vantagem de Princeton sobre as outras universidades vinha diminuindo havia várias edições, desde que a U.S. News passou a medir a produção científica dos professores. A U.S. News destacou as notas altas do MIT em pesquisa dos professores, nos resultados dos exames de admissão e na renda dos formados. A régua com que as duas foram medidas mudou, mas essa não é a história toda : os relatos publicados não dizem quanto da troca no topo veio do novo critério de renda e quanto veio de uma distância que já estava diminuindo.

A fórmula 2027 trocou um critério de dívida por um de renda · Critério retirado e incluído no ranking 2027 das universidades nacionais · Retirado · Incluído, vale 5% · Quanto os formados deviam em empréstimos estudantis federais · Renda dos formados quatro anos depois, comparada à de quem cursou a m
Critério retirado e incluído no ranking 2027 das universidades nacionais

Ser difícil de entrar não conta nada no ranking

Pergunte à maioria das pessoas o que faz uma universidade de ponta e a resposta será : é difícil de entrar. O ranking não mede isso. A U.S. News tirou a taxa de aprovação da fórmula na edição de 2019, publicada em setembro de 2018. Naquela época, ela já valia só 1,25%. A U.S. News ainda publica uma lista à parte das instituições com as menores taxas de aprovação, mas essa lista não entra em nada no ranking principal.

O que sobrou de mais parecido são as notas nos exames : os resultados do SAT e do ACT, as provas padronizadas que os candidatos fazem para entrar na faculdade nos Estados Unidos, que valem 5% para as universidades nacionais. A posição do aluno na turma do ensino médio e a proporção de ex-alunos que fazem doações já fizeram parte da fórmula. As duas foram retiradas na edição de 2024.

Mais da metade da nota é o que acontece depois que o aluno entra

Nas universidades nacionais, 52% da nota corresponde ao que a U.S. News chama de resultados dos alunos. A maior parte é a proporção de alunos que se formam, que vale 16%. Outros 10% comparam essa taxa de conclusão com a taxa que a U.S. News prevê para a instituição, considerando os alunos que ela admite : quem forma mais alunos do que o esperado ganha pontos. A proporção de alunos do primeiro ano que voltam para o segundo vale 5%.

Onze por cento vão para os alunos que recebem a Pell Grant, a principal bolsa federal para estudantes de graduação de famílias de baixa renda. Duas medidas, de 5,5% cada, contam quantos deles se formam e como a taxa de conclusão deles se compara à de todos os outros. Os últimos 10% tratam do dinheiro depois da faculdade : 5% para a proporção de formados que ganham mais do que alguém típico que só concluiu o ensino médio, e 5% para o novo critério de renda por área de estudo.

A U.S. News publica ainda uma lista separada de mobilidade social, feita com as medidas ligadas à Pell Grant. É uma lista diferente do ranking principal e não o substitui.

Resultados dos alunos são 52% da nota · Pesos na fórmula 2027 da U.S. News para universidades nacionais, em % da nota · Taxa de conclusão · Conclusão vs. prevista · Permanência no 2º ano · Medidas da Pell Grant · Renda após o curso · 16% · 10% · 5% · 11% · Todo o resto · Pell : dois critérios de 5,5
Pesos na fórmula 2027 da U.S. News para universidades nacionais, em % da nota

Um quinto da nota é a opinião de dirigentes sobre os concorrentes

Fora os resultados dos alunos, o maior critério é uma pesquisa de opinião. A U.S. News envia um questionário ao reitor, ao pró-reitor acadêmico e ao diretor de admissões de cada instituição. Cada um deve dar uma nota de 1 a 5 à qualidade acadêmica das instituições da mesma categoria, e apenas às que conhece. A média dessas notas vale 20% da nota final.

Segundo o documento de metodologia da U.S. News para a edição de 2027, o questionário foi enviado a 4.405 pessoas e 30,8% responderam. Entre as universidades nacionais, a taxa de resposta foi de 41%. A U.S. News afirma que a pesquisa capta qualidades difíceis de medir de outra forma, como a qualidade do ensino e a saúde da instituição. Críticos na imprensa especializada em ensino superior argumentam há anos que ela mede sobretudo reputação.

A nota dos rivais vale 20%, quatro vezes o peso dos exames · Parte da nota 2027 da U.S. News para universidades nacionais, por tipo de medida · Resultados dos alunos · Nota dos dirigentes · Notas nos exames · 52% · 20% · 5% · Outras medidas · Questionário enviado a 4.405 reitores, pró-reitores e dir
Parte da nota 2027 da U.S. News para universidades nacionais, por tipo de medida

De onde vêm os números

Os dados por trás da fórmula têm duas origens. Uma parte vem de um questionário estatístico que a U.S. News envia a cada instituição, que o preenche sobre si mesma. A outra vem do governo federal. Aí entram os dados de conclusão de curso que as instituições são obrigadas a informar ao Departamento de Educação e os dados de renda do College Scorecard, a base pública do departamento sobre custos e resultados das faculdades.

O peso tem se deslocado para os dados federais. Na edição de 2024, a U.S. News retirou cinco critérios que, juntos, valiam 18%, entre eles o tamanho das turmas, as doações de ex-alunos e a proporção de professores com o título mais alto da sua área. Outro era a proporção de formados que tomaram empréstimos federais, uma medida diferente do critério de dívida substituído em 2027. A U.S. News disse que estava trocando medidas que nem todas as instituições informavam. Para a edição de 2027, a revista informa que 73% das instituições classificadas enviaram o questionário estatístico, contra 79% no ano anterior, e que 99 das 100 primeiras universidades nacionais o enviaram.

Menos instituições enviam seus próprios números à U.S. News · Instituições classificadas que devolveram o questionário estatístico, em % · Edição 2026 · 79 · 79% · Edição 2027 · 73 · 73% · Segundo a U.S. News. 99 das 100 primeiras universidades nacionais o enviaram para 2027.
Instituições classificadas que devolveram o questionário estatístico, em %

O que aconteceu quando os números da própria Columbia estavam errados

Os números que uma instituição informa sobre si mesma só valem o que vale a palavra dela. Em 2022, a Universidade Columbia estava em segundo lugar. Naquele ano, Michael Thaddeus, professor de matemática da própria Columbia, publicou uma análise que questionava os dados por trás dessa posição. Entre outras coisas, ele contestou a afirmação de que 83% das turmas da Columbia tinham menos de 20 alunos.

Em setembro de 2022, a Columbia reconheceu problemas em dois números, o tamanho das turmas e a proporção de professores com o título mais alto da sua área, e disse ter usado "metodologias desatualizadas e/ou incorretas". Esse reconhecimento cobria esses dois números, não tudo o que o professor havia questionado. A Columbia não enviou um novo questionário, e a U.S. News a colocou em 18º lugar naquele mesmo mês. Em 2025, a Columbia aceitou pagar US$ 9 milhões para encerrar uma ação coletiva movida por estudantes por causa dos dados, negando ter agido de forma irregular. A U.S. News disse que a Columbia não respondeu às dúvidas sobre outros três números e que continuará avaliando se inclui a universidade no ranking.

Recusar-se a participar não tira uma faculdade da lista

Em 16 de novembro de 2022, a faculdade de direito de Yale anunciou que deixaria de enviar dados à U.S. News, e a de Harvard fez o mesmo horas depois. Stanford, Columbia, Berkeley, Georgetown e outras seguiram o exemplo. A U.S. News respondeu que continuaria classificando todas as faculdades de direito credenciadas com os dados que a Ordem dos Advogados dos Estados Unidos, a American Bar Association, obriga as escolas a publicar. Também reduziu o peso da pesquisa de reputação no ranking de direito, que era de 40%. Yale ocupava sozinha ou dividia o primeiro lugar desde que a U.S. News começou a classificar faculdades de direito, em 1990. Continuou aparecendo no ranking, e na edição de 2026 do ranking de direito Stanford ficou sozinha em primeiro, com Yale empatada em segundo.

Os cursos de graduação da Columbia deixaram de participar em junho de 2023. A U.S. News classifica a Columbia mesmo assim, com os números que a universidade informa ao governo federal. Na edição de 2027, ela aparece empatada em 12º lugar.

As faculdades de medicina seguiram outro caminho. A de Harvard saiu em janeiro de 2023, e Stanford, Johns Hopkins, Columbia e outras foram atrás. A U.S. News então deixou de dar posições numeradas às faculdades de medicina e, na edição de 2024, passou a dividi-las em quatro faixas. As que não enviaram dados apareceram como não classificadas naquela edição. Se sair tira ou não uma instituição da lista depende de a U.S. News conseguir reconstruir os números dela a partir de registros públicos.

Sair só tirou da lista quando faltavam outros dados · Instituições que pararam de enviar dados à U.S. News, e a resposta da revista · Quem saiu · O que a U.S. News fez · Faculdades de direito · Graduação da Columbia · Faculdades de medicina · Yale, Harvard e outras, nov. 2022 · Seguiu classificando
Instituições que pararam de enviar dados à U.S. News, e a resposta da revista

Uma posição no ranking é um conjunto de escolhas sobre o que conta

Somando tudo, uma posição no ranking da U.S. News resulta de mais de uma dúzia de medidas, com pesos que a própria U.S. News escolhe. Os dados vêm em parte das instituições e em parte do governo, então as instituições também moldam os números, pelo que informam e por informarem ou não. As categorias dentro das quais as instituições são comparadas também são redesenhadas. Este ano, a Classificação Carnegie, um sistema nacional de classificação das instituições de ensino superior americanas, foi revista. Com isso, cerca de uma em cada cinco instituições antes classificadas passou para outra categoria do ranking, e só isso já pode mudar a posição de uma instituição.

Nada disso torna o ranking inútil. Mas significa que, quando uma instituição sobe ou desce, as perguntas que valem a pena são : a instituição mudou, a fórmula mudou ou o grupo com que ela é comparada mudou? Muitas vezes, mais de uma dessas coisas muda ao mesmo tempo. No topo da lista deste ano, o próprio diretor de dados da U.S. News apontou para a fórmula, ao mesmo tempo que descrevia uma distância que vinha diminuindo havia anos.

Uma posição pode mudar por três motivos diferentes · Perguntas a fazer quando uma instituição sobe ou desce no ranking da U.S. News · A posição muda · A instituição mudou · A fórmula mudou · O grupo mudou · Seus próprios resultados mudaram · A U.S. News mudou pesos ou trocou medidas · Agora é compar
Perguntas a fazer quando uma instituição sobe ou desce no ranking da U.S. News
Como a U.S. News decide quais universidades dos EUA são as melhores?Como a U.S. News decide quais universidades são as melhores?No ranking da U.S. News, a taxa de aprovação não conta nada. · A U.S. News tirou esse critério na edição de 2019. Na época, ele já valia só 1,25%. · ※ U.S. News : U.S. News & World Report, revista que publica o ranking Best CollegesResultados dos alunos · Nota dos dirigentes · Notas nos exames · 52% · 20% · 5% · Outras medidas · A nota dos rivais vale 20%, quatro vezes o peso dos exames · Parte da nota 2027 da U.S. News para universidades nacionais, por tipo de medida · Questionário enviado a 4.405 reitores, pró-reitores e dirUm quinto da nota é a opinião de dirigentes sobre rivais. · Isso nas universidades nacionais. A U.S. News diz que a pesquisa capta qualidades como o ensino. Críticos da imprensa do setor dizem que ela mede sobretudo reputação.O MIT tirou Princeton do primeiro lugar no ranking 2027 da U.S. News. · A U.S. News trocou um critério de dívida estudantil por um de renda dos formados, que vale 5%. Os relatos publicados não dizem quanto da troca no topo veio disso.Uma posição pode mudar sem que a instituição mude. · Quando uma instituição sobe ou desce, pergunte se ela mudou, se a fórmula mudou ou se o grupo com que é comparada mudou. Muitas vezes, mais de uma coisa muda ao mesmo tempo.Fontes 25 : paw.princeton.edu · MIT unseats Princeton as U.S. News No. 1 ranked college (Princeton Alumni Weekly), yahoo.com · MIT claims No. 1 spot (U.S. News press release, via Yahoo), usnews.com · MIT claims No. 1 spot in U.S. News 2027 Best Colleges rankings + 22Leia na íntegra em · polora.ai

How does U.S. News decide which colleges rank best?

Alpha · claude-sonnet-5

Alpha J'ai vérifié les chiffres-clés de ce manuscrit et la plupart tiennent, avec quelques précisions à apporter. Les poids 2027 sont confirmés, avec une nuance. La page méthodologie de U.S. News confirme que les résultats étudiants (« student outcomes ») comptent pour 52% du score total, incluant les taux de diplomation (16%) et la rétention en première année (5%), ainsi que la performance par rapport à un taux de diplomation prédit (10%). Le détail Pell est légèrement différent de ce qu'écrit le manuscrit : ce n'est pas un bloc unique de 11%, mais le taux de diplomation Pell (5,5%) et la performance de diplomation Pell (5,5%) — soit bien 11% au total, donc le manuscrit arrive au bon chiffre global mais simplifie la structure interne. Le nouveau facteur de revenus par filière est confirmé : les métriques post-diplôme évaluent le pourcentage de diplômés gagnant plus qu'un diplômé du secondaire typique (5%) et un nouveau facteur sur les revenus par filière (5%) qui remplace un facteur de dette fédérale médiane. Les autres poids cités (peer assessment 20%, faculty resources 11%, financial 8%, tests 5%, faculty research 4%) sont confirmés par Poets&Quants : l'évaluation par l…

Beta · gpt-6-sol

Beta: The manuscript’s core explanation holds: U.S. News ranks colleges *within categories* using a weighted formula, not a direct measure of how hard they are to enter. For national universities in the 2027 edition, the stated weights are 52% student outcomes, 20% peer assessment, 11% faculty resources, 8% financial resources, 5% entering students’ test scores, and 4% faculty research. The outcomes portion includes graduation, retention, Pell-recipient outcomes and post-college earnings. I could not open U.S. News’s 2027 methodology document directly, so I would not present its more granular figures—particularly the survey response and school-submission rates—as independently checked by me. The document’s address is https://www.usnews.com/media/ai/education/2027BC-methodology. Two corrections matter before publication: - The 2024 and 2027 debt measures must not be conflated. The five factors removed for 2024 included the *proportion of graduates who borrowed*. The factor replaced by earnings-by-major for 2027 was *graduate indebtedness*. Thus the manuscript’s account of the 2024 removals should say “proportion of graduates borrowing,” not “share of graduates with deb…

Gamma · gemini-3.1-pro

Gamma: I have run live searches to verify the remaining specific claims about the graduate schools and Columbia's 2027 position, as well as the 2026 law school rankings. Here is what the live web confirms: * Yale Law's rank in 2026: The manuscript is correct. In the 2026 U.S. News Best Law Schools ranking, Stanford took the No. 1 spot alone, and Yale (which had held or tied for No. 1 since 1990) dropped to a tie for No. 2 with the University of Chicago. This is confirmed by multiple legal news outlets, including Justia News (https://news.justia.com/stanford-overtakes-yale-for-top-u-s-law-school/). * Medical schools moving to tiers: The manuscript's claim holds. U.S. News overhauled its medical school rankings for the 2024 edition, moving away from ordinal rankings to place schools into four tiers (Tier 1 through Tier 4) for both Research and Primary Care. Schools that refused to submit statistical data were indeed labeled as "Unranked." This is confirmed by Becker's Hospital Review (https://www.beckershospitalreview.com/hospital-management-administration/us-news-releases-medical-school-rankings.html). * Columbia's 2027 rank: I can confirm Columbia is tied f…

Researcher · gemini-3-7-flash

Researcher Verification Report I have checked the remaining specific factual claims, weights, and dates against live web sources. --- 1. Methodology Weights & Formula Components (2027 Edition) * Status: Verified. * Details: * Outcomes (52% total): Six-year graduation rate is 16%, graduation rate performance (predicted vs. actual) is 10%, first-year retention is 5%, Pell Grant graduation metrics comprise 11% combined (split 5.5% Pell graduation rate and 5.5% Pell graduation rate performance), post-college earnings above a high school graduate is 5%, and the newly introduced "Earnings by Major" metric is 5% (replacing graduate indebtedness). * Remaining National University Weights: Peer assessment is 20%, faculty resources is 11% (faculty salary, student-faculty ratio, full-time faculty share), financial resources (per-student instructional spending) is 8%, entering class standardized test scores is 5%, and faculty research/citations is 4%. * Source: * *Poets&Quants / U.S. News 2027 Breakdown:* https://poetsandquantsforundergrads.com/news/u-s-news-best-colleges-ranking-2027-mit-ends-princetons-long-run-…

The Arbiter · gpt-6-sol

The voices agree on the shape of the answer: U.S. News compares colleges within categories using a weighted formula. For national universities in the 2027 edition, the reported weights are 52% student outcomes, 20% peer assessment, 11% faculty resources, 8% financial resources, 5% test scores and 4% faculty research. They also agree that the 11% attributed to Pell-recipient outcomes consists of two 5.5% measures, rather than one measure. Two distinctions matter for the manuscript. The debt-related factor removed for the 2024 edition was the *proportion of graduates who borrowed*; the factor replaced by earnings-by-major for 2027 was *graduate indebtedness*. And Princeton’s data reportedly “netted out about the same,” but that does not establish that neither Princeton nor MIT changed on any measure, or that the new earnings factor alone caused the change at No. 1. The principal evidence gap is direct access to U.S. News’s 2027 methodology: my attempt to open its document was blocked. In particular, the manuscript’s precise peer-survey response rates and school-survey submission rates remain supported here by search excerpts rather than a document someone in thi…

The Arbiter's Final Verdict · gpt-6-sol

Verdict The manuscript’s premise stands: U.S. News decides which colleges rank best by comparing schools *within ranking categories* on measures it selects and weights. A change in rank can therefore reflect a change in the school’s reported results, a change in the formula, or a change in which schools are compared—not necessarily one cause alone. For national universities in the 2027 edition, the reported formula assigns 52% to student outcomes, 20% to peer assessment, 11% to faculty resources, 8% to financial resources, 5% to entering students’ SAT/ACT scores, and 4% to faculty research. Within outcomes, graduation is worth 16%, graduation relative to a predicted rate 10%, first-year retention 5%, Pell-recipient graduation measures 5.5% each, and two earnings measures 5% each. The new earnings-by-major measure replaced *graduate indebtedness*. These weights are supported by the published breakdown at Poets&Quants and U.S. News’s [methodology address](https://www.usnews.com/education/best-colleges/articles/how-us-new…